FELICIDADE E CÂNCER DE MAMA

 

 

Reportagem da BBC Brasil fala de estudo que concluiu que a felicidade previne o câncer de mama. A reportagem foi reproduzida pelos portais de notícias Folha Online, Terra, G1, BOL Notícias, Tudo Na Hora e Jornal NH.

 

Os autores da pesquisa, da Universidade de Ben-Gurion, afirmaram que ainda não existe uma clara ligação entre o estado mental e os sistemas imunológico e hormonal e mais estudos são necessários. Mas mulheres felizes têm menos chances de desenvolver a doença.

 

No estudo, foram entrevistadas mais de 250 mulheres com 24 a 45 anos de idade com câncer de mama, e outro grupo de mulheres saudáveis. A atitude em relação à vida, a ocorrência de episódios tristes ou traumáticos foram temas do questionário.

 

Na comparação dos resultados dos questionários, os pesquisadores notaram que mulheres otimistas tinham 25% menos chances de desenvolver câncer de mama. Por outro lado, mulheres que passaram por experiências traumáticas tinham mais propensão a desenvolver a doença.

 

Segundo os pesquisadores, passar por duas ou mais crises aumenta os riscos de câncer de mama em dois terços.

 

A reportagem da BBC afirma que pesquisas anteriores “sugeriram que o estresse pode aumentar os níveis de estrogênio em mulheres, um hormônio que pode desencadear e alimentar o câncer”.

 

No entanto, uma reportagem sobre o mesmo estudo, publicada na edição online do jornal Telegraph, do Reino Unido, traz ressalvas de especialistas britânicos. Leia a reportagem do jornal, em inglês, aqui. Esta reportagem é mais precisa ao falar do número de mulheres que participaram do estudo: foram 255 mulheres com câncer de mama e 367 mulheres saudáveis.

 

Os especialistas disseram que os resultados deveriam ser vistos com cautela, pois não foram considerados fatores como história de câncer de mama na família e peso corporal, que teriam uma influência significante no desenvolvimento da doença.

 

A doutora Sarah Cant, gerente de políticas do Breakthrough Breast Cancer, declarou à reportagem do Telegraph: “Não há evidência clara que experiências positivas ou negativas podem afetar o risco de câncer de mama. O estresse emocional é altamente subjetivo e difícil de ser medido com precisão”.

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