MINISTÉRIO DA SAÚDE VAI OFERECER DETECÇÃO DO HIV EM 15 MINUTOS

2 Dezembro 2008

 

Um teste que permite detectar a presença do HIV em apenas 15 minutos será oferecido pelo Ministério da Saúde em 2009. Um total de 3,3 milhões de kits dos testes serão enviados aos CTAs (Centros de Testagem e Aconselhamento em DST/Aids).

 

As informações são de reportagem da Folha de S.Paulo. Clique aqui para ler a reportagem na Folha Online.

 

Desenvolvido pelo laboratório norte-americano Chembio, o teste passou por um processo de nacionalização pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz). Com a nacionalização, o custo unitário do teste, para o governo, passou de US$ 5 para US$ 2,60.

 

No teste, a coleta de uma gota de sangue permite o diagnóstico, com 99% de eficácia. O resultado sai em 10 a 15 minutos. O método já é utilizado em maternidades, em gestantes que não passaram pelo teste do HIV no pré-natal, para evitar a transmissão da doença ao recém-nascido.

 

O gerente de desenvolvimento de reativos para diagnóstico da unidade de Bio-Manguinhos, Antonio Gomes Ferreira, declarou à reportagem que a disseminação do produto ajudará no diagnóstico precoce da doença, o que aumenta a sobrevida.

 

Um outro teste rápido, para confirmar o diagnóstico do HIV (necessário nos casos de resultado positivo do teste preliminar), está sendo desenvolvido pela Fiocruz e a Chembio.

 

 

Diagnóstico da Aids no Brasil

 

Segundo estimativas, aproximadamente 255 mil pessoas no país infectadas pelo HIV ainda não fizeram o teste, ignorando que contraíram a doença. Mas o teste rápido permitiu o aumento o número de pessoas que passam pelo diagnóstico da doença.

 

Segundo Mariângela Simão, diretora do Programa Nacional de DST e Aids, em 2008 cerca de 40% da população com 15 a 54 anos de idade já fez o teste anti-HIV pelo menos uma vez, contra apenas 28% em 2004.

 

Segundo a reportagem da Folha, esses dados, do Ministério da Saúde, foram apresentados em 1 de dezembro, Dia Mundial de Luta contra a Aids, pelo ministro da Saúde, José Gomes Temporão.


CAMPANHA VAI ATÉ 31 DE OUTUBRO EM SÃO PAULO

10 Outubro 2008

 

Para acompanhar o calendário de vacinação no resto do Estado de São Paulo, a cidade de São Paulo vai estender a campanha de vacinação contra a rubéola até 31 de outubro. As informações são de reportagem da Folha Online.

 

Até 9 de outubro, a cidade de são Paulo já havia vacinado 95,9% do público-alvo da campanha (homens e mulheres com 20 a 39 anos de idade), o que equivale à aplicação da vacina em aprox. 3,7 milhões de pessoas.

 

No entanto, o índice de vacinação no Estado de São Paulo é de apenas 88,12% do público-alvo. Cidades como Bauru, Franca, Marília e Piracicaba atingiram menos de 80% de cobertura. Araraquara, apenas 51%.

 

Leia artigos anteriores deste blog, sobre a campanha de vacinação contra a rubéola:

 

CAMPANHA VAI ATÉ 10 DE OUTUBRO NA CIDADE DE SÃO PAULO

 

SÃO PAULO PRORROGA TÉRMINO DE CAMPANHA DE VACINAÇÃO CONTRA RUBÉOLA

 

CAMPANHA DE VACINAÇÃO CONTRA RUBÉOLA VAI ATÉ 26/09 NA CIDADE DE SÃO PAULO

 

VACINAÇÃO CONTRA RUBÉOLA CONTINUA EM ONZE ESTADOS

 

VACINAÇÃO CONTRA RUBÉOLA: ÚLTIMA SEMANA

 

VACINAÇÃO CONTRA RUBÉOLA: BALANÇO DA PRIMEIRA SEMANA

 

VACINAÇÃO CONTRA RUBÉOLA: BALANÇO PARCIAL

 

MINISTÉRIO DA SAÚDE FAZ CAMPANHA DE VACINAÇÃO CONTRA A RUBÉOLA


VACINAÇÃO CONTRA RUBÉOLA CONTINUA EM ONZE ESTADOS

15 Setembro 2008


A campanha de vacinação contra a rubéola foi estendida até 19/09/2008 em onze Estados:  Acre, Amapá, Amazonas, Goiás, Pará, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, São Paulo e Tocantins.

Mais informações sobre a campanha podem ser obtidas em reportagens da Folha Online (aqui e aqui) e em página do Ministério da Saúde (clique aqui para ler a página).

p.s.: Devido a problemas com meu computador, não consegui atualizar o blog desde a última sexta-feira. Minhas apologias!


VACINAÇÃO CONTRA RUBÉOLA: ÚLTIMA SEMANA

8 Setembro 2008

 

Pessoas com 20 a 39 anos de idade que ainda não receberam a vacina contra rubéola têm até esta sexta-feira, 12 de setembro, para ir a um posto de saúde e tomar a vacina, gratuitamente.

 

Segundo reportagem da Folha Online, apenas 67% do público-alvo recebeu a vacina, desde o início da campanha, em 9 de agosto de 2008.

 

Os dados estão disponíveis em página do site do Ministério da Saúde, e contabilizam a população vacinada até as 14h10 do dia 5 de setembro, sexta-feira.

 

A região nordeste conseguiu o maior percentual de cobertura, vacinando 72,38% da população-alvo da campanha. Já o Estado que mais vacinou sua população-alvo foi Santa Catarina, com 83,17%.

 

Por outro lado, os Estados de Goiás, Amapá e Roraima atingiram os menores índices de cobertura, vacinando 52,86%, 53,27% e 55,17% da população-alvo, respectivamente.

 

 

Onde se vacinar

 

O site www.brasilivredarubeola.com.br traz informações sobre postos de saúde em todo o território nacional.

 

 

São Paulo

 

A partir desta segunda-feira, 76 postos móveis de vacinação vão funcionar na região metropolitana de São Paulo, em estações de trem, metrô e ônibus, entre 17h e 20h.

 

 

Leia artigos anteriores deste blog, sobre a campanha nacional de vacinação contra a rubéola:

 

VACINAÇÃO CONTRA RUBÉOLA: BALANÇO DA PRIMEIRA SEMANA

 

VACINAÇÃO CONTRA RUBÉOLA: BALANÇO PARCIAL

 

MINISTÉRIO DA SAÚDE FAZ CAMPANHA DE VACINAÇÃO CONTRA A RUBÉOLA


SAIBA MAIS SOBRE O EXAME DE PAPANICOLAOU

29 Agosto 2008

 

Reportagem do jornal Agora reproduzida pela Folha Online diz que mulheres devem fazer o exame de Papanicolaou “anualmente desde o início da vida sexual”.

 

Esta é a principal forma de detectar o câncer do colo do útero em seu estágio inicial, uma doença que corresponde a aproximadamente 25% dos casos de câncer entre as mulheres brasileiras.

 

Este tipo de câncer pode ser curado em quase 100% dos casos, quando diagnosticado precocemente. Sua maior incidência é em mulheres com 40 a 60 anos de idade.

 

O Papanicolaou detecta indícios de câncer do colo do útero e outras doenças, como infecções e doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), cujo diagnóstico deve ser confirmado com exames mais específicos.

 

Segundo a reportagem do Agora, um exame anormal “pode indicar que a região cervical está inflamada ou irritada, o que pode ser resultado de uma infecção; que a região cervical apresenta alterações chamadas displasias, isto é, células alteradas ou lesões escamosas que podem desaparecer ou aumentar, mas não são câncer; que a região cervical apresenta sinais de câncer. Nesses casos será necessário fazer outros exames para orientar o tratamento”.

 

Utilizar preservativos durante a relação sexual evita o contágio pelo HPV (vírus do papiloma humano), associado ao desenvolvimento do câncer do colo do útero e de suas lesões precursoras.

 

A realização do exame de Papanicolaou faz parte do “Programa Nacional de Controle do Câncer do Colo do Útero e de Mama – Viva Mulher”, uma ação conjunta entre o Ministério da Saúde, o DF e os Estados brasileiros. Leia mais sobre o assunto, no site do Ministério da Saúde, aqui.

 

O programa oferece serviços de prevenção e detecção precoce de estágios iniciais de câncer de mama e do colo do útero, tratamento e reabilitação em todo o território nacional.

 

O exame pode ser realizado gratuitamente em “postos ou unidades de saúde, próximos à residência da mulher, que tenham profissionais de saúde treinados para essa finalidade”, segundo a página do Ministério da Saúde.

 

Segundo a reportagem do Agora, os médicos recomendam fazer o exame uma vez ao ano, desde o início da vida sexual, ou no máximo a partir dos 21 anos, até a mulher completar ao menos 30 anos de idade.

 

Depois disso, o exame pode ser feito a cada dois anos. Já mulheres com maiores riscos de câncer do colo do útero podem ser orientadas a fazê-lo a cada seis meses. Mulheres que nunca tiveram relações sexuais também podem realizar o exame.

 

O nome do exame origina-se do médico greco-americano Georgios Papanicolaou (1883-1962), considerado o pai da citopatologia, segundo a Wikipedia.

 

No procedimento, um médico introduz um especulo pela vagina e colhe amostras de secreção das partes interna e externa do colo do útero.

 

Mulheres que desejam fazer o Papanicolaou devem evitar relações sexuais, o uso de duchas ou medicamentos vaginais e anticoncepcionais locais nas 48 horas que antecedem o exame, que não pode ser feito durante o período menstrual.

 

Leia artigos anteriores deste blog sobre o câncer do colo do útero:

 

ANVISA APROVA NOVA VACINA CONTRA HPV

 

CÂNCER DO COLO DO ÚTERO: AÇÕES DO MINISTÉRIO DA SAÚDE

 

HPV CAUSA CÂNCER DO COLO DO ÚTERO