SAIBA MAIS SOBRE PROTEÇÃO SOLAR E BRONZEAMENTO

19 Dezembro 2008

 

A dermatologista Ligia Kogos esclarece dúvidas sobre bronzeamento e proteção solar. As informações são de artigo publicado pelo suplemento Equilíbrio do portal de notícias Folha Online. Clique aqui para ver o artigo.

 

Segundo Kogos, deve-se passar protetor solar meia hora antes da exposição ao sol, para aumentar a eficácia do produto, de preferência sem biquíni ou maiô, para não esquecer áreas da pele junto à roupa de banho.

 

Segundo a dermatologista, as pessoas neglicenciam o uso do protetor solar em áreas como as costas, o dorso dos pés, o pescoço e a região em torno das axilas.

 

Aplique o protetor solar como se fosse um hidratante, espalhando-o de forma homogênea. Kogos explica que se gasta em torno de 5 g do produto para cobrir o corpo todo.

 

A reaplicação do produto depende do grau de atividade física. Pessoas que praticam esportes e entram no mar devem reaplicar o produto duas vezes, se ficarem por volta de quatro horas na praia, com sol intenso.

 

Em dias de sol mais ameno, e com pouca atividade física, pessoas devem reaplicar o protetor solar apenas em regiões como rosto, ombros e colo.

 

A dermatologista segue dizendo que todas as apresentações de protetor solar (creme, gel, loção e outros) apresentam grande eficácia, mas que “produtos mais encorpados podem ter mais resistência à água e à transpiração, necessitando menos de retoques”.

 

Pessoas com queimaduras solares devem evitar banhos muito quentes ou muito frios, e utilizar hidratantes com uréia, lactatos, silicones ou dimeticones, óleos de avelã, macadâmia ou germe de trigo. Loções corporais pós-sol também são indicadas.

 

Para os casos de queimaduras graves, existem tratamentos que regeneram a pele, com produtos e equipamentos em hidratações profundas, e luzes calmantes e antiinflamatórias de equipamentos como o Multiwaves.

 

A dermatologista segue dizendo que o sol na praia é mais perigoso, pois a areia reflete a radiação solar. A brisa do mar atenua a sensação de calor, mas o sol continua a queimar a pele. Por fim, há o risco de adormecer tomando sol, e acordar com graves queimaduras solares.

 

 

Leia artigos anteriores deste blog sobre proteção solar e câncer de pele:

 

TATUAGEM E CÂNCER DE PELE

 

PROTEÇÃO SOLAR E VITAMINA D

 

CUIDADOS COM A PELE E OS CABELOS NO INVERNO

 

SOL CAUSA ENVELHECIMENTO PRECOCE DA PELE

 

TOMATE PROTEGE CONTRA RAIOS UV

 

CÂNCER DE PELE PREOCUPA ESPECIALISTAS


TATUAGEM E CÂNCER DE PELE

10 Dezembro 2008

Em resposta à sugestão de um leitor, este blog investigou a possibilidade de tatuagens causarem câncer de pele. Leia os resultados da pesquisa, a seguir.

Lisa Fayed, do site revisado por junta médica about.com, escreveu que não há evidências que suportem a idéia, mas que tatuagens escuras podem tornar difícil a detecção de pintas cancerosas, como o melanoma.

Clique aqui para ver a página. Fayed conclui dizendo que pessoas que fazem tatuagem (como todo mundo, na verdade) precisam examinar sua pele mensalmente em busca de alterações. A fonte foi o Health Services da Universidade de Columbia, EUA.

O site goaskalice (pergunte à alice, em tradução livre) responde à seguinte pergunta: O que é usado na tinta da tatuagem? Isso pode causar câncer ou qualquer outro problema de saúde? Clique aqui para ver o site.

A resposta é que a tinta de tatuagens é feita de pigmentos derivados de uma variedade de metais, que produzem as cores. A preocupação com os efeitos na saúde não é desprezível.

Segundo o site, não há registro de câncer causado por tatuagens ou tinta de tatuagem na literatura médica, mas há relatos de reações alérgicas, em especial às cores vermelha e amarela.

Existe ainda uma reação não imune rara a alguns dos pigmentos. O site também fala que a coloração escura de tatuagens dificulta a identificação de pintas como o melanoma. E alerta para o risco de usar agulhas contaminadas, ou más condições de higiene no local da aplicação da tatuagem.

Um artigo publicado no “Dermatology Online Journal” diz que foram descritas reações ao pigmento de tatuagens. As reações incluem hipersensibilidade alérgica inflamatória aguda, e alguns tipos de reações histopatológicas granulomatosas, liquenóides ou pseudolinfomatosas.

Clique aqui para ver o artigo.

O artigo também fala que não há evidência de ligação entre tatuagem e câncer de pele, e que tatuagens escuras podem dificultar o diagnóstico precoce do câncer de pele.

O artigo traz fotos de melanoma crescendo dentro da tatuagem de antebraço. Dá referência a teorias que foram postuladas para implicar efeitos carcinogênicos da tinta da tatuagem ou do trauma associado à tatuagem.

Reações adversas à tatuagem

Outros sites abordam as reações adversas e alérgicas causadas pela tatuagem.

O site Dermnetnz fala em reações inflamatórias agudas, eczematosas de hipersensibilidade, agravadas pela exposição à luz, granulomatosas, liquenóides e pseudolinfomatosas.

As reações inflamatórias agudas seriam uma resposta do organismo às picadas com agulhas impregnadas com pigmentos preparados de sais de metais. A vermelhidão e o inchaço seriam efeitos adversos transitórios do processo de tatuagem e desapareceriam em duas a três semanas.

Já as infecções de pele não seriam comuns em tatuagens, mas a transmissão de sífilis, hanseníase, hepatite e HIV foram relatadas.

As reações eczematosas de hipersensibilidade mais comuns aos pigmentos seriam dermatite alérgica de contato e dermatite fotoalérgica. Elas aparecem como erupção cutânea inflamada e às vezes pode ser escamosa e floculada (dermatite esfoliante).

Tatuagens na cor vermelha causariam a maior parte dessas reações, particularmente se feitas à base de sulfeto de mercúrio. Sensibilidade aos pigmentos preto, azul e verde seriam menos comuns.

O site traz a composição de algumas tintas de tatuagem. Pigmentos amarelos seriam responsáveis pela maioria das reações agravadas pela espoxição à luz, com inchaço e vermelhidão ao redor da tatuagem.

Pigmentos vermelhos, seguidos de verde, azul e púrpura causariam reações nas células chamadas de granulomas, com o aparecimento de calombos vermelhos no local da tatuagem, feitos de células epitelóides, linfócitos e células gigantes.

As reações liquenóides seriam menos comuns. Os sintomas são semelhantes aos causados pelo lichen planus, e costumam se restringir às partes avermelhadas da tatuagem.

O site fala ainda sobre a remoção de tatuagens, feita frequentemente com Q-switched lasers. Seriam necessárias de cinco a doze sessões, e nem sempre é possível remover a tatuagem completamente.

Os pigmentos branco e amarelo seriam os mais difíceis de remover. A remoção de tatuagens pode causar as seguintes complicações: cicatrizes; mudanças indesejadas de cor, incluindo escurecimento da tatuagem; dispersão de reações alérgicas a medida que os grânulos da tatuagem se espalham pelo corpo.

FDA, luz solar e tatuagens

Uma página do site da FDA (Food and Drug Administration), agência americana que regulamenta drogas e alimentos, dizia, em 2002, que a FDA estava estudando se a combinação de sol e ingredientes usados em tintas de tatuagem poderia ser ligada a efeitos tóxicos ou câncer.

Segundo a página, a luz solar reduz a elasticidade da pele, levando ao envelhecimento precoce na forma do aparecimento de rugas. As pessoas não saberiam o perigo do bronzeamento, que seria uma adaptação da pele aos raios prejudiciais ultravioleta (UV).

O bronzeamento acontece quando a pele produz pigmentos para se proteger do sol. A consequência mais séria da queimadura solar: o câncer de pele, cujos efeitos são retardados e demoram anos a aparecer.

Segundo o secretário para o Health and Human Services, Tommy G. Thompson, apenas algumas queimaduras solares sérias podem aumentar o risco de alguém contrair câncer de pele.

Médicos estão preocupados com o câncer de pele. O número de pessoas com melanoma cresce 3% ao ano, nos EUA. As estatísticas indicam que uma a cada sete pessoas vai desenvolver alguma forma de câncer de pele durante sua vida.

Dermatologistas acreditam que pode haver uma ligação entre queimaduras solares na infância e o aparecimento posterior de melanoma. Linda L. Lutz, M.D., professora assistente de dermatologia na Universidade de Maryland, Baltimore, diz que “a maior parte do dano solar que recebemos se deu antes dos vinte anos de idade. É o efeito acumulativo da exposição solar que causa problemas”.

Para prevenir o câncer de pele, a FDA recomenda:
- usar roupas, chapéus e óculos escuros para proteger a pele;
- usar um protetor solar eficaz contra as radiações UVA e UVB, com FPS (fator de proteção solar) mínimo de 15;
- limitar a exposição ao sol entre 10h e 16h; procurar sombras, especialmente ao redor do meio-dia.

Enquanto que a relação entre exposição solar e câncer de pele está bem estabelecida, a tinta das tatuagens está sendo alvo de estudos, e estudos futuros serão conduzidos para determinar se a associação com a exposição aos raios ultravioleta induz toxicidade e câncer, em animais de laboratório.

Outro site diz que a FDA lançou uma investigação sobre os pigmentos contidos na tinta de tatuagens, e suas consequências potenciais na saúde. A investigação, que vai demorar vários anos, inclui saber como os pigmentos são quebrados dentro do corpo, se eles apresentam riscos a longo termo e se algumas substâncias trariam mais riscos que outras.

A investigação teria sido motivada por relatos de efeitos adversos causados à pele por tintas de tatuagem, a crescente popularidade da tatuagem entre os americanos e preocupações da comunidade científica.

Um dos produtos utilizados em tintas de tatuagem é o timerosal, um composto orgânico feito do mercúrio. A preocupação é que o mercúrio é uma neurotoxina, com efeitos graves em gestantes, recém-nascidos e crianças. O timerosal foi removido de todas as vacinas, recomendadas para crianças pequenas, com exceção de algumas vacinas contra a gripe.

O site medicinenet diz que a FDA deixou a regulamentação sobre tintas de tatuagens para leis locais, nos Estados americanos, mas veio a público com um alerta. Clique aqui para ver a página do site.

A FDA estaria preocupada com a qualidade dos pigmentos utilizados, pois alguns não seriam apropriados ao contato com a pele, e sim para uso industrial. A agência também alertou para os efeitos adversos, como infecções, reações alérgicas, granulomas e quelóides, sem falar da dificuldade de remover as tatuagens.

Estudos clínicos

Um estudo apontou que pigmentos de tatuagem em nódulos linfáticos representam um desafio clínico. Leia o resumo do estudo, em inglês, aqui.

Se a tatuagem estiver presente na área do melanoma primário, os nódulos linfáticos provavelmente irão conter pigmento, e servião de depósito para depósitos metastáticos do melanoma. Foi descrito um caso de um senhor idoso com tatuagem nas proximidades de um melanoma.

Um nódulo linfático com cor escurecida foi localizado, o que levantou a suspeita de metástase (quando o câncer se espalha para outras partes do corpo). Um exame histológico identificou apenas macrófagos pigmentados, sem melanoma metastático maligno. O estudo sugeriu análise histológica de um nódulo pigmentado aumentado antes de realizar cirurgia de intervenção drástica.

Outro estudo chegou a conclusão semelhante: pigmentos de tatuagem podem migrar aos nódulos linfáticos regionais.

Em indivíduos que desenvolveram melanoma e possuem tatuagens, o pigmento pode mimetizar (imitar) doença metastática. Os autores também recomendam análise histológica antes de decisões adicionais de tratamento.

Um estudo foi o único a fazer referência a tumores como complicações de uma tatuagem.

O estudo apresentou as conclusões de pesquisa clínica e revisão da literatura médica disponível, com relação aos principais problemas causados pela tatuagem, incluindo complicações clínicas. Os resultados mostraram doenças infecciosas, muitas reações alérgicas, granulomas e tumores.

Conclusão

Muitas pessoas fazem tatuagens sem problemas, mas o risco de complicações existe.

As fontes pesquisadas (exceto uma) não fizeram uma conexão entre tatuagem e câncer de pele. Mais pesquisas são necessárias, e o assunto está sendo investigado pela FDA.

No entanto, é consenso que a tatuagem de cor escura pode dificultar a identificação precoce de pintas que podem ser câncer de pele. Os pigmentos da tatuagem também pode se infiltrar em nódulos linfáticos, levantando a falsa suspeita de metástase.

As tatuagens podem apresentar uma série de efeitos adversos, incluindo reações alérgicas e doenças infecciosas. A sua remoção é difícil e nem sempre é possível completamente, podendo ainda causar complicações clínicas.


VEJA ARTIGO DA SECRETARIA DE SAÚDE SOBRE MUTIRÃO DO CÂNCER DE PELE EM 8/11/2008 EM SÃO PAULO

7 Novembro 2008

Clique aqui para ler artigo sobre a detecção gratuita do câncer de pele em oito hospitais estaduais de São Paulo em 8/11/2008, no site da Secretaria de Estado da Saúde.

Leia artigo anterior deste blog, sobre a ação deste sábado e a Campanha Nacional de Prevenção ao Câncer de Pele, aqui.


SÃO PAULO OFERECE DETECÇÃO GRATUITA DO CÂNCER DE PELE EM 8/11/2008

7 Novembro 2008

Interessados podem fazer consulta gratuita com dermatologista para detectar o câncer de pele, neste sábado, 8/11/2008, em oito hospitais do Estado de São Paulo. As informações são de reportagem publicada no suplemento Ciência e Saúde do portal de notícias UOL. Clique aqui para ler a reportagem.

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo está oferecendo, além dos exames clínicos, “orientação sobre os cuidados com a exposição ao sol e prevenção ao câncer de pele”, segundo a reportagem. Pacientes com lesões diagnosticadas serão encaminhados para tratamento especializado.

O evento é parte da Campanha Nacional de Prevenção ao Câncer de Pele, da Sociedade Brasileira de Dermatologia. O site da SBD traz informações sobre o câncer de pele e a campanha nacional. Clique aqui para ler.

No entanto, quem procura notícias da campanha em página do site vai encontrar informações de 2007.

No site da SBD há informações sobre o câncer da pele, os cuidados com a pele, como identificar o câncer de pele, informações sobre bronzeamento artificial, as estatísticas do câncer no Brasil e um vídeo sobre Câncer da Pele.

Na cidade de São Paulo, participam da ação o Hospital das Clínicas de São Paulo, o Hospital Estadual Ipiranga e o Ambulatório de Especialidades Heliópolis. Não é preciso marcar consulta previamente.

Veja a lista de hospitais do Estado que irão promover o atendimento gratuito:

Capital
Hospital Estadual Ipiranga
Av. Nazaré, 28
Em frente ao Museu do Ipiranga
Atendimento: das 9h às 15h

Hospital das Clínicas de São Paulo – Ambulatório de Dermatologia
Av. Dr. Enéas de Carvalho Aguiar, 255 – 5º andar – Bloco 2B
Metrô Clínicas / Altura do nº 1500 da Av. Rebouças
Atendimento: das 8h às 15h

Ambulatório Estadual de Especialidades Heliópolis
Av. Almirante Delamare, 1.534
Cidade Nova Heliópolis
Atendimento: das 9h às 15h

Bauru
Instituto Lauro de Souza Lima
Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros, Km 225 / 226
Ao lado do Hospital Unimed-Bauru
Distrito Industrial Marcus Vinícius Feliz Machado
Atendimento: das 9h às 16h

Guarulhos
Complexo Hospitalar Padre Bento – Ambulatório de Dermatologia
Av. Emílio Ribas, 1.819
Gopoúva
Atendimento: das 9h às 16h

Promissão
Hospital Geral de Promissão – Ambulatório
Av. General Eurico Gaspar Dutra, 620
Centro
Atendimento: das 9h às 15h

Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto
Av. Bandeirantes, 3.900
Campus da USP – Ribeirão Preto
Monte Alegre
Atendimento: das 8h às 13h

Santos
Hospital Estadual Guilherme Álvaro
Rua Doutor Oswaldo Cruz, 197
Canal 4
Boqueirão
Atendimento: das 9h às 15h

Leia artigos anteriores deste blog sobre câncer de pele:

PROTEÇÃO SOLAR E VITAMINA D

CUIDADOS COM A PELE E OS CABELOS NO INVERNO

SOL CAUSA ENVELHECIMENTO PRECOCE DA PELE

TOMATE PROTEGE CONTRA RAIOS UV

CÂNCER DE PELE PREOCUPA ESPECIALISTAS

(post escrito originalmente em 5/11/2008, apagado acidentalmente em 7/11/2008 e restaurado na mesma data)


PROTEÇÃO SOLAR E VITAMINA D

18 Agosto 2008

 

Reportagem do portal de notícias UOL Boa Saúde comenta artigo da especialista Barbara Gilchrest, publicado na revista científica “American Journal of Clinical Nutrition”, sobre os perigos de se expor ao sol sem proteção com o objetivo de aumentar a síntese de vitamina D no organismo.

 

Leia o texto integral do artigo de Gilchrest, intitulado “Vitamin D and Health in the 21st Century: an Update – Sun exposure and vitamin D sufficiency”, em inglês, no site da revista científica, aqui.

 

Segundo Gilchrest, dermatologista da Escola de Medicina da Universidade de Boston, a mídia tem sustentado uma hipótese controversa e sensacionalista de que é preciso tomar sol sem passar protetor solar para garantir níveis adequados de vitamina D no organismo.

 

De fato, a exposição ao sol faz com que o corpo produza vitamina D. No entanto, segundo o artigo da dermatologista, tomar sol sem o uso de protetor solar pode causar danos ao DNA, causar câncer de pele e comprometer o aspecto e o funcionamento da pele.

 

Gilchrest afirma que a vitamina D necessária para o organismo pode ser obtida pelo consumo de suplementos, e o uso de protetor solar é importante para os cuidados da pele.

 

Com relação à quantidade de vitamina D a ser tomada, Gilchrest recomenda “a avaliação das relações entre os níveis de vitamina D e as doenças específicas para determinar a forma mais segura de garantir a quantidade adequada”, segundo a reportagem do UOL Boa Saúde.

 

Leia artigos anteriores deste blog, sobre proteção solar e câncer de pele:

 

CUIDADOS COM A PELE E OS CABELOS NO INVERNO

 

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